Jardim Divinal
Como alguém que colhe em jardim divinal
Rosa aberta e cheirosa
Semeou-te a vida doçura angelical
Tornando-te Musa inigualável e bondosa,
Que enche a vida de vitalidade e emoção
A quem te admira, fada celestial,
E no céu te guarda, dentro do coração.
Interroga-se em vão a mente extasiada
Quem és, de que paraíso vens?
És nobre Deusa, ou pequena Fada?
Não mo dizes, mas aqui me tens
Terna menina, por mim adorada.
Alexandre Ramalhão

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